5º Festival Cultura de Verão e a arte papa-chibé

Evento realizado pela Funtelpa leva música, cinema e moda, na capital e nas praias do estado.

Fonte: Ascom Funtelpa, em DOL

Banda Álibi de Orfeu, uma das atrações do
Festival Cultura de Verão (FOTO: Portal Cultura)
Depois do final de semana em Salinas, o Festival Cultura de Verão retoma sua programação em Belém com shows nesta terça-feira, 12, no Píer das Onze Janelas. Sobem ao palco a cantora Juliana Sinimbú, a banda Álibi de Orfeu e o Mestre da Guitarrada Aldo Sena. O evento tem entrada franca.


A programação começa às 19h, com projeção de curtas-metragens no paredão da Casa das Onze Janelas. Serão exibidos “Visagem”, de Roger Elarrat; e “Vamos Dançar Carimbó?”, de Afonso Gallindo. Os curtas que participam do festival são selecionados pelo Núcleo de Produção Digital (NPD/Para) por meio de uma parceria com o Instituto de Artes do Pará (IAP). Os shows começam às 20h e durante a programação haverá também desfile das grifes que compõem o coletivo de moda Caixa de Criadores.


Quem sobe primeiro ao palco é a cantora Juliana Sinimbu, um dos jovens talentos da música brasileira. A banda Álibi de Orfeu reencontra os fãs e apresenta sua nova vocalista, a cantora Gabriella Florenzano, que assumiu os vocais após a saída de Gláfira Lobo. A programação termina com o show de Aldo Sena, um dos ícones da guitarrada paraense, responsável pela popularização do ritmo nos anos 80 e um dos integrantes do grupo Mestres da Guitarrada, ao lado de Curica e Vieira, que fez grande sucesso no Brasil na década passada. 


PROGRAMAÇÃO Na quarta-feira, 13, O Festival Cultura de Verão apresenta os curtas “O Dia Que Padim Voltou ao Catro”, de Rodrigo Aben-Athar; e “Brega S/A”, de Vladimir Cunha e Gustavo Godinho. As atrações musicais são Salomão Habib, Bruno BO e grupo Quaderna, com participação da cantora Nazaré Pereira.


O festival prossegue durante todo o mês de julho, com exibição de curtas e shows no Píer das Onze Janelas sempre às terças e quartas. Nos finais de semana o evento segue para o interior do Estado. Nos dias 15 e 16 o evento chega a Abaetetuba, com diversas atrações na Praia de Beja.


Mais informações no SITE DO FESTIVAL.

A (verdadeira) Seleção Brasileira

FOTO: Fabricio Benson/ Reuters

O que incomodou mais o brasileiro que ama futebol, neste fim de semana? O empate dos homens na Copa América, com direito a mais uma atuação pífia de um aglomerado de jogadores, com alguns talentos – inda adormecidos – e sem o mínimo de unidade e objetividade? Ou a eliminação penosa das meninas no Mundial da Alemanha, um jogo marcado por infelicidades e muita vontade?
Tenho certeza que, pelo tom das minhas palavras, ficou clara a minha resposta. E a sua?
Antes da Copa do Mundo de 2010, o país inteiro – inclusive eu – pedia vários jogadores, naquele momento as nossas maiores esperanças na busca pelo hexa, que não veio. Um ano depois, a Seleção dos sonhos de qualquer torcedor brasileiro nos faz refletir sobre o que aconteceria se, na África do Sul, o time de hoje jogasse como hoje. As chances de um fiasco semelhante acontecer não seriam pequenas.
Na verdade, não há Seleção, não há um time. O que nós vemos jogar na Argentina é apenas meia dúzia de promessas furadas, jogadores sem comprometimento e cheios de pose. É pouco para honrar as cinco estrelas que carregam e defendem no peito. É óbvia e completamente justificável a revolta em ver a ausência de tática, os erros crassos de uma defesa sempre elogiada, e a displicência de um ataque tão exaltado, que não amedronta potências mundiais, como Venezuela e Paraguai. Temos nomes badalados. É pouco.
Quanto à Seleção Feminina… Só de imaginar que essas guerreiras, que não recebem um décimo do apoio merecido, pela própria CBF, e conseguem orgulhar um país, em um esporte tão patriarcal, elas merecem aplausos de pé. Vocês devem lembrar da final olímpica de 2008, da final do Mundial de 2009, e talvez não recordem destes jogos pelo amargo das derrotas, mas pelo brilhantismo das atuações brasileiras. E os 100 mil no Maraca, na final do Pan de 2007, que nos rendeu o ouro?
A eliminação deste domingo, nos penais, foi sofrida por como se desenvolveu. Um gol contra de Daiane no comecinho, um lance de azar. Depois, a virada com os pés da melhor do mundo, Marta. No fim, nos acréscimos da prorrogação, em uma saída errada da ótima goleira Andreia, o empate. Ali recebemos um banho de água gelada. As meninas chegaram aos pênaltis com um gosto indigesto. O destino quis que, dos pés da mesma Daiane, a cobrança defendida e o adiamento de um sonho.
Encher os olhos do País do Futebol cabe aos homens, os craques, a cara do futebol brasileiro para o mundo inteiro. Será que não é este o momento de começarmos a valorizar mais uma equipe, que leva a alegria, a ginga e a emoção de vestir o manto sagrado canarinho, para os quatro ventos? Sim, valorizarmos o que temos, e não respeitamos como deve. Cristiane, Erika, Marta e Cia. Ainda não escreveram a história do esporte, como Pelé, Zico e Ronaldo. Para que escrevam, depende de nós, do nosso reconhecimento, do nosso apoio, dos nossos aplausos.
Ironicamente, o que mais incomodou o Brasil neste fim de semana não foi o fiasco contra o Paraguai. Foi a queda diante dos Estados Unidos. Um time que caiu de pé. 

GUSTAVO FERREIRA, 19, torcedor brasileiro, orgulhoso por elas, frustrado por eles. 

Vlogue #3

Uma estreia desastrosa da Seleção na Copa América, a separação de Marina Silva e PV, e a sequência de “Rio”. São estes alguns dos destaques da semana (01 a 08/07), que você vai ver agora, no Vlogue do Repórter E. 
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NOTA: Este singelo vídeo foi gravado na noite da sexta-feira, 08. Problemas técnicos impediram a postagem imediata. Agradeço a compreensão. Mas se você não compreendeu, pode ir ao inferno. Grato!