PLANTÃO: Brasil e Argentina jogarão em Belém no segundo semestre

Decepçoes na última Copa América, rivais jogarão no Mangueirão em setembro, segundo senador Flexa Ribeiro

Gustavo Ferreira (atualizado às 10:54)
“Que beléééza” (LEITE, Milton.) Promessa de um belíssimo jogo
 no Mangueirão.
Atenção, povo paraense! Se você acha que nós não seremos mais lembrados pela CBF, depois de perder a sub-sede da Copa de 14 pra Manaus… Talvez você esteja certo. Mesmo assim, uma notícia na manhã de hoje (03) promete evitar, por hora, o ostracismo esportivo local.
Boa! Acabo de receber ligação. Confirmado! Brasil x Argentina no Mangueirão. 28/09! Será ‘desafio’: Um jogo lá na Argentina e outro aqui.

Via Twitter, o senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA) confirmou o jogo entre Brasil e Argentina em Belém. Além de agradecer ao presidente da CBF, o “queridão” Ricardo Teixeira, Flexa afirmou, ainda pela internet, que o Pará está “voltando a ter o espaço merecido” no esporte nacional, e completou:

“Chance de mostrar (à CBF) que, precisando, estamos aqui”.

Torcida paraense lotando o Mangueirão, em 2005. Brasil x Venezuela foi o último encontro da Seleção com o Pará (Foto: Odlaniger Lourenço) 
A última vez que a Seleção Brasileira esteve em Belém foi em 12 de outubro de 2005, ainda pelas Eliminatórias para a Copa da Alemanha. O jogo foi o último do torneio seletivo, e o Brasil venceu a Venezuela por 3×0. 

COPA ROCA No tweet do senador, fica clara a realização de suas partidas, uma aqui e uma lá na Argentina. Trata-se de uma reedição da Copa Roca, antigo torneio realizado entre as duas seleções, e que SÓ ENVOLVE JOGADORES QUE ATUAM EM SEUS PAÍSES. Ou seja, nada de Pato, nada de Julio Cesar, nada de Ramires (ufa), nada de Messi…

O acordo, entre a CBF e a AFA (A CBF deles) para a reedição da competição foi fechado HÁ UM ANO ATRÁS, como divulgado no GLOBOESPORTE.COM. Leia AQUI.

Mais informações no SITE DO SENADOR.

Acordo livra os yankees de vexame histórico

No fio da navalha, Obama salva o país do calote. Mas será que ele conseguiu salvar a si próprio?

Fonte: G1
O presidente assinou o texto que se tornou uma lei”. Com essas palavras, o porta-voz da Casa-Branca, Jay Carney, fez muitos americanos soltarem um “ufa”. Americanos, chineses, bate brasileiros, que escaparam de um calote dos Estados Unidos, nesta terça (02).
Talvez não houve alívio maior do que o do presidente Barack Obama, que esteve, até o último momento, muito perto do enforcamento em praça pública. Obama teve que ceder às exigências da oposição republicana, na construção do acordo financeiro que salvou o Tio Sam de dar o calote inédito. Este acordo, que já tinha sido aprovado pela Câmara na segunda (01), por 269 votos a favor, contra 161 negativas, passou pelo Senado nesta terça, com o placar favorável de 74 a 26.
O presidente Barack Obama, por um triz, não entra por história, pela porta dos fundos da Casa-Branca. (Foto: Carolyn Kaster/AP)
As bases do acordo salvador envolvem, além da elevação do teto da dívida norte-americana em US$ 2,4 trilhões, em etapas, um corte brusco nos gastos, que beira US$ 1 trilhão, na próxima década. Segundo Obama, “os EUA terão o nível mais baixo de gastos domésticos anuais desde Eisenhower”.

A questão é muito parecida com o que acontece no Brasil, com relação às obras da Copa do Mundo de 14. No nosso caso, quanto mais perto do prazo-limite para o fim dos trabalhos, o Governo é obrigado a facilitar as coisas, para que a imagem do país não fique (mais) arranhada. Obama seria o Governo, e a crise seria a Copa. O presidente foi “obrigado” a ceder à oposição, o que provocou um racha no Partido Democrata, de Obama (na votação da Câmara, os votos pró e contra o acordo foram rigorosamente iguais).

Não havia outra saída, esta foi, talvez, a menos dolorosa para o país. Barack Obama saiu como herói, ou melhor, o anti-herói. Sujou a própria candidatura à reeleição, no ano que vem, pra tentar segurar a onda. Será essa, certamente, a tônica da campanha eleitoral próxima. Por hora, tudo está sob controle.