Os jovens experientes da Zeromou lançam primeiro disco

Nove faixas mostram o som sem rótulos da banda paraense, formada por novos adultos, e que completa cinco anos na estrada

Com informações da Assessoria

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Zeromou. (Foto: Cairé Batista)

Eles estão na faixa dos 20 e poucos anos de idade. São os herdeiros de uma geração que mal nasceu, a geração Molho Negro, Turbo, Strobo, Aeroplano. Uma geração que cresceu ouvindo a nova música autoral paraense. No caso dos quatro meninos da banda Zeromou, a música deixou de ser diversão auditiva para se tornar… Diversão. Porque no palco é assim, eles voltam a ser aqueles meninos de 13, 14 anos, que formaram o quarteto de rock underground em 2011, lançaram dois EPs e hoje exibem com orgulho o primeiro disco, homônimo, lançado neste mês. Herança de uma geração feita por eles.

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#OCUPAMINCBELEM

Um movimento em defesa da cultura, da pluralidade, da liberdade, da democracia

Gustavo Ferreira

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Foto: OCUPA MINC BELÉM

Quando um de nós prestigia um show, um filme, uma peça, um livro, uma roda de capoeira, uma batalha de MCs, uma apresentação de pássaros juninos ou do Arraial do Pavulagem, uma sessão de poesias, um cineclube, uma revista cultural, uma manifestação de rua, um ciclo de debates, um lançamento de EP, um festival de curtas locais, um sarau, uma exposição, uma festa, uma visitação a museus, um domingo de programação gratuita, uma loja de artigos artesanais, um bloco de rua, uma palestra sobre arte, uma sessão fotográfica, a cultura respira.

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Entrevista: Um café quentinho com Lívia Mendes

Cantora lança nesta semana o primeiro EP da carreira em show com parceiros especiais e uma trajetória musical que veio de casa

Gustavo Ferreira

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Lívia Mendes, o folk da nova cena musical de Belém. (Foto: Iury Vicenzo)

29 anos. Muitos podem considerar uma indelicadeza revelar a idade de uma dama. No caso de Lívia Mendes, é importante dizer por que tempos ela viveu, até chegar ao que é hoje: uma das vozes mais promissoras da nova safra de Belém e do Estado. Nessas quase três décadas de vida, a professora de Espanhol ouviu com o avô as primeiras melodias de bolero, curtiu e muito a tsunami pop da transição do milênio, se encantou e se inspirou nas grandes vozes – femininas, em especial – da MPB, e atravessou estados para ganhar no folk music.

Ontem (14) ela lançou na internet seu primeiro EP, homônimo, com as cinco primeiras músicas de uma carreira que já está rodando na cidade [PARA OUVIR, BASTA DESCER ATÉ O FIM DO POST]. Depois de amanhã (17), com um show no Teatro Estação Gasômetro, Lívia marca um novo início, uma estreia oficial, no mundo da música. Digo oficial porque, como deu pra perceber, é nesse mundo que ela vive desde que nasceu, cantando versos alto e com a mão no coração, pra gente bailar, rodopiar e dançar… Com vocês, uma entrevista com a cantora Lívia Mendes.

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Luz

Catarina Nefertari, mãe da Helena

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Catarina e Helena. (Foto: AnaLu Rocha)

Helena significa luz. Sempre pensei em mãe como aquela que cuida, ama e faz tudo por seu filho. Alguém bem espetacular. E em abril de 2015 descobri que eu seria uma. Mas como eu, na flor da imaturidade, ia conseguir cuidar de alguém tão pequenino e frágil? Contudo, aceitei e me preparei pro maior desafio de minha vida até aqui.

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5 anos: Novas flores, novos caminhos

No mês de aniversário do blog, vamos relembrar um dos projetos criativos mostrados aqui, o Flores de Kahlo; grupo ampliou as ações, mas não abandonou o ideal de fazer da arte um instrumento de transformação social

Gustavo Ferreira

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Flores de Kahlo. (Foto: Sofia Hage/Jonas Amador)

Marca Topo BlogNos últimos cinco anos o Repórter E abriu espaço para mostrar o que estava sendo feito de bom na cidade. O blog só existe porque Belém não para, e as mentes criativas se multiplicaram, em todas as áreas. Festivais que valorizaram a cultura local, lançamentos de novos artistas da terra, coletivos audiovisuais, os talentos da fotografia, a safra contemporânea do nosso teatro, todo esse movimento criativo de Belém passou pelo Repórter E, de 2011 até hoje. Vimos projetos nascerem e outros crescerem, como um grupo de jovens que decidiram dedicar tempo e coração para plantar sementes de solidariedade, reflexão e participação social ativa: o Flores de Kahlo.

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