Arrastão da resistência

Tradicão de três décadas, o Arrastão do Pavulagem abre mão dos shows na Praça da República por falta de recursos. Mas o chão permanece. Veja vídeo do Repórter E.

Gustavo Ferreira

11 de junho de 2017. O domingo que marca mais uma renovação no Arraial do Pavulagem, uma das mais populares manifestações artísticas e culturais do Estado. Sua história de 30 anos recomeça neste dia, no primeiro dos quatro Arrastões juninos de 2017, o primeiro depois de tempos sem o grande show de apoteose na Praça da República. O motivo principal, como dito pelo Arraial em carta aberta divulgada na semana passada, foi a falta de recursos para bancar a estrutura da festa. O dinheiro não veio, nem dos governos municipal e estadual, nem da iniciativa privada. Por isso, os cortejos devem sair da Escadinha até em frente ao Theatro da Paz, como foi ontem.

Mas o Arrastão não morreu, e se depender das 20 mil pessoas que estiveram nas ruas, não morrerá. O Repórter E registrou o primeiro Arrastão, e viu que a tradição se mantém. O chão continua sendo o palco principal do desfile do Boi Pavulagem, dos estandartes e dos mais de 600 integrantes do Arraial. Entre laços de fita, sol e chuva, o povo continuou cantando e dançando no centro da cidade. Veja o vídeo, com uma entrevista com Junior Soares, um dos fundadores do Arraial, que reforça a mensagem de reinvenção.

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