Mistura sonora

Show Carimbó Multi-Mídia une as batidas do Carimbó às do Jazz experimental, por meio de elementos de arte multimídia

Gustavo Ferreira, com informações da assessoria

Sérgio Krakowski - Divulgação 1
Sérgio Krakowski. (Foto: Divulgação)

Pará e Nova York unidos pela música. Amanhã (15) no teatro Margarida Schiwasappa – Centur, o show Carimbó Multi-Mídia apresenta o resultado de um ousado projeto de experimentação audiovisual, idealizado e produzido pelo percussionista brasileiro Sérgio Krakowski. Ele uniu o carimbó de raiz com o jazz experimental nova-iorquino e tons eletrônicos, por meio de sons e imagens, e vai apresentar essa mistura para o público. A entrada é gratuita.

Continue lendo “Mistura sonora”

Para uma menininha

João Jadson, jornalista e pai da Carol

IMG-20170812-WA0010
João e Carol. (Foto: Acervo pessoal)

Enquanto escrevo isso, olho pro lado e veja minha menina crescer. Vejo, e ouço. Hoje ela já me chama de papai, num som meio anasalado quase sempre em meio a um sorriso.

Ah, menininha do meu coração, como diz a música do Toquinho, como eu queria sempre você sempre a três palmos do chão. E cansaria de pedir: cresça mais não! Cresça não! Mas você vai teimar em crescer. Os banhos intermináveis que tomamos juntos vão ficar no passado. Não vou mais dar seu leite pela manhã vendo – pela milésima vez – “Divertidamente”. É, minha princesa, você vai crescer!

Vou lembrar daqui a uns vinte anos da última quarta-feira, quando fui te levar para a escola pela primeira vez.  Como você se adaptou bem, me olhou, deu a mão pra professora e simplesmente foi! Confesso que no fundo queria que você me agarrasse, e mostrasse pra todos que queria ficar ali, ao meu lado. Mas naquele dia percebi o quanto você parece comigo! Quanta vontade de descobrir o mundo, de simplesmente viver, existe em você!

Sei que você virar adolescente, e como todos vai achar que nós, os “velhos”, somos uns chatos. Vai se achar muito poderosa, e eu vou estar aqui pra mostrar que as coisas não são bem assim. Vou ser aquele pai “mala” que vai te impor todos os limites necessários. E que bom por isso!

Aí, quando você crescer… Vai casar. E olha, tenho muito medo do dia em que você vai sair pela porta da sala de casa, para viver a sua vida. Mas também sei que, nesse dia, vamos nos olhar e vou ter a plena certeza que valeu a pena! Que fiz a melhor escolha do mundo quando decidi seu pai. Quando te escolhi, quando te deu meu nome, minhas noites de sono, meu amor. O melhor de mim!

IMG-20170812-WA0014
Foto: Acervo pessoal

Isso é o que planejo, mas se não for exatamente assim, tudo bem. A vida traça mesmo alguns roteiros sempre imprevisíveis, tenho percebido isso a cada dia. Mas seja qual for a história que o futuro nos reserva… Vou estar sempre aqui.

Meu amor, só não me peça para deixar de cantar baixinho, nem que seja só pra mim a nossa canção: Menininha do meu coração, eu só quero você a três palmos do chão.

Menininha não cresça mais não, fique pequenininha na minha canção! E para mim sempre será assim. Você no meu colo, com seus olhos enormes dizendo tanto, sem nem sequer conseguir elaborar uma frase inteira. Pra mim, a mais linda de todas as declarações de amor!

IMG-20170812-WA0011
Foto: Acervo pessoal

Arte e poder do hip hop na Matinha

Crew das Minas V feat. Matinta promovem grafitti, break dance e hip hop na Matinha, em Belém. Amanhã tem ação.

Gustavo Ferreira

Graffiti George Cosp Tinta MICHEL ANGELO RAMOS NOVO
Foto: Michel Nôvo

O concreto cinza de Belém vira tela. A arte é imagem, som, letra e responsabilidade social. O resultado é uma mobilização de hip hop que espalha cores e cidadania, para todas as gerações, na comunidade da Matinha. Esse é um resumo da união de dois projetos: Crew das Minas V feat. Matinta, que desenvolvem atividades de grafitti, dança urbana e música na periferia da capital paraense. E o pano de fundo disso tudo é a inclusão.

Continue lendo “Arte e poder do hip hop na Matinha”

Bio: Inesita

Banner Inesita
Inesita. (Foto: Tereza Maciel/Aryanne Almeida)

O que é ser normal? A dona da Bio de agosto, aqui no blog, diz que cansou de ser Normal de Pedra. Esse, aliás, é o nome do primeiro disco da cantora e instrumentista, lançado no mês passado. Ela já subiu nos palcos da cidades com Liège e a banda A República Imperial, e agora faz voo solo. Pra “sacudir o batalhão”, com vocês, o perfil de Inesita.

Continue lendo “Bio: Inesita”