Memórias da Copa, com Pedro Cruz

Pedro Cruz nasceu no ano da copa da Itália, em 90. Uma de suas primeiras lembranças da vida é de ver a família acompanhando jogos da copa de 94. Mas as suas memórias mais marcantes em mundiais vêm de 98, na copa da França. Voltando vinte anos no tempo, o jornalista do site Globoesporte.com/pa relembra algumas dessas histórias no “Memórias da Copa” de abril.

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Repórter E Viaja Maranhão

viaja-maranhc3a3o-2018_logo-com-maranhao-e-tintas.pngUma viagem curta, o suficiente pra ser inesquecível! O Repórter E viajou de novo, para mais um destino encantador. O Maranhão é cheio de histórias, de belezas e tem um dos lugares mais bonitos do Brasil, visitado por 40 mil pessoas todos os anos. Sortudos, pois a paisagem dos Lençóis Maranhenses é única. Vamos juntos até lá, apenas uma das maravilhas que o Maranhão reserva pra nós. E até a volta!

Conectando rios e gente

Associação Ame o Tucunduba nasceu da vontade de religar as pessoas aos rios de Belém, suas histórias e sua importância para a vida da cidade.

Gustavo Ferreira

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Foto: Sandro Barbosa

PROJETO MOVENTE_Marca ColoridaOs rios de Belém são uma das características mais fortes da nossa identidade. Essa relação “humanofluvial” virou poesia, virou música, é paisagem de fim de tarde, é traço constituinte de cada um de nós. Somos um povo ribeirinho. E talvez a gente nem saiba quantos caminhos de água correm por aqui, além do rio Guamá. Por exemplo, existe um rio que, há setenta anos, começou a receber influência humana. Ocupação, reorganização, desvios, canalizações. O Tucunduba, cuja bacia hidrográfica é a segunda maior de Belém – são oito quilômetros quadrados de área – e cujas águas se espalham por sete bairros, e que mesmo assim precisou se reencontrar com quem vive dele, ou mesmo com quem passa por ele sem tanta atenção. Com essa premissa, de reconectar as pessoas aos rios de Belém, nasceu em 2016 a Associação Ame o Tucunduba (AME).

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Bio: Raoni Figueiredo

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(Foto: Denys Costa)

Um artista por vários caminhos. Pela reflexão, pela inspiração, pela composição. Ele que já fez músicas adolescentes de garagem, e se descobriu folk, sem abandonar outras referências brasileiras, experimenta, produz, cria. E sua primeira criação solo, o EP “A casa é você”, está saindo logo mais. Quem se apresenta hoje na Bio é um jovem de trinta anos, que vive, talvez, a fase mais fértil da carreira: Raoni Figueiredo.

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