Bio: Joyce Cursino

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Foto: Judá França

Jurunense de coração, essa jovem de 21 anos atua – literalmente – defendendo sua origem, sua cor, seu gênero. Além de atriz, ela já produziu grandes eventos na cidade, fez parte como roteirista de projetos do novo audiovisual de Belém, e agora vai encarar um grande desafio no programa Profissão Repórter, da TV Globo. Com vocês, a Bio de maio: Joyce Cursino.

NOME COMPLETO
Joyce Cristina Cursino de Abreu

DATA DE NASCIMENTO
04/08/1996

ONDE NASCEU
Belém/PA

ONDE VIVE
Jurunas, meu país

O QUE JÁ FEZ?
Formada no Técnico de Rádio/TV  pela Escola de Comunicação Papa Francisco, voluntária da ONG NOOLHAR , na qual atuei como repórter mirim no projeto “Ideias que Transformam” sobre a direção de Úrsula Vidal, minha “Mãe Ursa” que amo. Estagiei na Fundação Nazaré, onde tive vivências em Rádio, Tv, Portal e Impresso, aprendizado com destaque para o Círio. Estagiei também na TV Cultura na produção do programa Sem Censura Pará, no qual também participei da apresentação recebendo os tuítes dos telespectadores e no SBT PARÁ como produtora , com destaque para produção da série “Infância Perdida” premiada nacionalmente pelo Ministério Público do Trabalho.

Além dos estágios, fiz a comunicação digital de eventos culturais da cidade como Boulevarte, Ver-a-Boia e Festival Amazônico de Cerveja. Atuei como produtora local da Série Diz aí Juventude Negra e Indígena e do curta-documentário Açaí, mais que um fruto o qual também roteirizei, ambos para exibição no Canal Futura. Trabalhei na produção do documentário A Alma do Cinema não tem cor [Veja o documentário completo] e como roteirista da web-série Pretas [Veja o episódio piloto de Pretas], também produzi de forma independente o mini doc É Coisa de Preta, premiado pelo Festival Osga 2017.

PLAY | Trailer do minidoc É Coisa de Preta (2017)

Minha outra paixão é o cinema e já fiz alguns trabalhos como atriz, com destaque para série nacional Squat na Amazônia e o longa metragem Eu, Nirvana, do diretor Roger Elarrat, o documentário híbrido Comigo Ninguém Pode de Robson Fonseca, e a Web Série Pretas de Lucas Moraga.

O QUE FAZ
Estou em constante movimento contra todas as formas de opressão e levo isso pra minha vida familiar, acadêmica e profissional. Cursando o 7° semestre de jornalismo (pirando com TCC),  tocando jobs audiovisuais pela Alce Films e gravando uma série de 13 episódios para TV Brasil: “Sacoleiras S/A”.

O QUE GOSTARIA DE TER FEITO
Teatro

O QUE AINDA QUER FAZER
Essa semana fui seleciona para uma imersão do GloboLab: Profissão Repórter (TV Globo). É a realização de um sonho, pois sempre achei que o programa com conteúdo diferenciado e admiro muito o Caco Barcellos e a sua equipe. É algo que eu quero muito fazer e pretendo absorver todo conhecimento possível lá, e também quero levar comigo as pautas da nossa região.

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4 comentários em “Bio: Joyce Cursino

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